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Vitória histórica: quase R$ 2 milhões em remunerações atrasadas foram resgatados pelo Sindimed

Mais uma vez a atuação firme do Sindimed em defesa dos direitos dos médicos foi exitosa. A atuação direta do Sindicato foi decisiva para o pagamento de valores que haviam sido dados como praticamente perdidos. Dessa vez, os beneficiados foram os médicos que trabalharam no Hospital 2 de Julho, fechado há mais de 2 anos.


Essa foi a terceira vez, em 2023 – após as vitórias obtidas também nas UPAs São Marcos e San Martim -, onde foi possível também reaver alto montante que havia deixado de ser pago aos médicos. No total resgatado pela atuação do Sindicato, foi pago aos profissionais das três unidades de saúde algo em torno de R$ 2 milhões. Esse dinheiro chegou a ser repassado pela Prefeitura a empresas que intermedeiam as contratações, mas não chegaram aos médicos que prestaram os serviços.


Embora tenha que se destacar o feito desse resgate financeiro, vale lembrar que nada disso estaria acontecendo se, como sempre defendeu o Sindimed, as contratações da Prefeitura fossem feitas através de concurso público, com remuneração direta aos profissionais, além de uma carreira no serviço público, com regras claras de progressão e promoção.


No que pese o processo de negociação empreendido tenha o protagonismo do Sindicato, há que se reconhecer a disponibilidade da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador (SMS) em buscar soluções para as pendências. Houve, também a colaboração do IBDAH ao concordar em assinar o termo de cessão de crédito, para que o pagamento fosse feito diretamente pelo Sindimed aos médicos.


Os recursos, oriundos da Prefeitura, por cessão de crédito do IBDAH, foram transferidos para a conta do Sindimed no dia 27 de dezembro e o repasse aos médicos foi imediato, no dia 28.12.23. Apesar dos valores não serem corrigidos, finalmente foi restabelecida a justiça da remuneração àqueles que trabalharam e deram o seu melhor pela saúde da população.


O Sindimed permanece atento a esses desequilíbrios também em relação ao Governo do Estado, onde a pejotização e a terceirização das gestões igualmente tendem a causar graves prejuízos aos médicos.



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