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1155 itens encontrados para ""

  • Sindimed e Sindsaúde-Ba publicam nota contra fechamento do Hospital Afrânio Peixoto

    O Sindimed de Vitória da Conquista-Ba e o Sindisaúde-Ba se posicionam em defesa do movimento contra a ação que o governo do Estado está desenvolvendo para solucionar a reforma do Hospital Afrânio Peixoto. Dada a relevância desta unidade hospitalar, no atendimento aos pacientes psiquiátricos locais e da região, a proposta do Governo traz uma série de incertezas. A começar por não assegurar as devidas condições para a continuidade do atendimento de forma adequada à comunidade. Outro aspecto grave é a constatação de que a unidade para onde querem encaminhar os pacientes para o Hospital de Base não oferece as condições apropriadas que garantam o atendimento pleno e efetivo a este perfil. Desta forma como o Governo age, deixa a impressão que a assistência psiquiátrica não é prioridade para Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, uma vez que o sucateamento de Hospital  Psiquiátrico Afrânio Peixoto vem ocorrendo ao longo do tempo, sem que o Governo  viesse interferir para o seu pleno funcionamento. Além de precarizar a assistência, transferir os mesmos para o Hospital de Base nas condições atuais é um desrespeito. Quanto aos Trabalhadores e Trabalhadoras, que sofrem dificuldades para exercerem com dignidade o seu dever à sociedade, enfrentando transtornos na situação de irem para outro hospital, sem condições devidas para recebê-los. Defendemos a posição do Ministério Público, juntamente às demais entidades e funcionários, de não permitirmos a proposta do Governo. OS PACIENTES TÊM QUE SER RESPEITADOS. O HOSPITAL AFRÂNIO PEIXOTO NÃO PODE FECHAR!

  • Cremeb e Hemoba fazem campanha para doação de sangue e cadastro de medula óssea

    O Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), em parceria com o Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba), irá promover uma campanha para estimular a doação de sangue e o cadastro de medula óssea. O evento, que será voltado para os servidores do Conselho e comunidade local, acontecerá no dia 11 de abril (terça-feira), na sede do Cremeb, onde os interessados poderão doar sangue e se cadastrar no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME).

  • Sindimed cobra suspensão de cortes na aposentadoria de médicos do estado

    Francisco Magalhães (presidente) e Luiz Américo (vice) receberam o médico aposentado, Daudete Pastor,  e o orientaram quanto à sua aposentadoria. Cerca de 80 médicos aposentados pelo governo do estado, vinculados à Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) ou a Secretaria de Segurança Pública (SSP), foram surpreendidos, em pleno carnaval, com uma notificação da Secretaria de Administração comunicando o corte nas aposentadorias em decorrência de um suposto erro no cálculo de suas aposentadorias em 2009. Assim que tomou conhecimento desta situação o Sindimed se colocou a disposição dos médicos para acionar o governo através das vias administrativas, judiciais e políticas. Uma petição cobrando a suspensão dos efeitos financeiros da medida, bem como adiamento do prazo para manifestações já foi feita. Prepotência e insensibilidade marcam postura da SUPREV Quando cobrada por esclarecimentos, a direção da Superintendência de Previdência atuou de maneira prepotente se recusando a receber o advogado do Sindicato, que buscava mais informações sobre o processo administrativo em curso. A forma como foram feitas as notificações, em pleno carnaval e com prazo exíguo para manifestação, também é injustificável tendo em vista que o suposto erro ocorreu há oito anos e, como demonstra a própria Procuradoria Geral do Estado da Bahia (PGE), em parecer, a culpa foi exclusiva da administração. Corte contraria Lei do PCCV específico dos médicos O PCCV específico dos médicos, vigente desde 2013, estabeleceu, através de lei, o enquadramento dos médicos aposentados no subsídio correspondente a classe em que o mesmo se encontrava e ao nível D, independente do valor que percebia na época. Desta forma mesmo que tenha ocorrido o eventual erro administrativo em 2009, este não influenciaria na maioria das situações, quando os médicos foram enquadrados com um subsídio superior a remuneração que vinha recebendo. Este é o caso de um médico que apresentou seus contracheques ao Sindimed. Rápido para cortar, lento para reconhecer direitos O governo estadual tem se notabilizado pela agilidade com que corta direitos dos servidores, como foi com a insalubridade e como tem sido neste episódio, constatou o vice-presidente do Sindimed, Luiz Américo. "Já para reconhecer direitos líquidos e certos, como é o caso de profissionais que atuam em hospitais e não recebem insalubridade, é necessário longos processos administrativos. É uma mistura perversa de incompetência com malvadeza", finalizou o sindicalista.

  • Sindimed cobra suspensão de cortes na aposentadoria de médicos do estado

    Francisco Magalhães (presidente) e Luiz Américo (vice) receberam o médico aposentado, Daudete Pastor,  e o orientaram quanto à sua aposentadoria. Cerca de 80 médicos aposentados pelo governo do estado, vinculados à Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) ou a Secretaria de Segurança Pública (SSP), foram surpreendidos, em pleno carnaval, com uma notificação da Secretaria de Administração comunicando o corte nas aposentadorias em decorrência de um suposto erro no cálculo de suas aposentadorias em 2009. Assim que tomou conhecimento desta situação o Sindimed se colocou a disposição dos médicos para acionar o governo através das vias administrativas, judiciais e políticas. Uma petição cobrando a suspensão dos efeitos financeiros da medida, bem como adiamento do prazo para manifestações já foi feita. Prepotência e insensibilidade marcam postura da SUPREV Quando cobrada por esclarecimentos, a direção da Superintendência de Previdência atuou de maneira prepotente se recusando a receber o advogado do Sindicato, que buscava mais informações sobre o processo administrativo em curso. A forma como foram feitas as notificações, em pleno carnaval e com prazo exíguo para manifestação, também é injustificável tendo em vista que o suposto erro ocorreu há oito anos e, como demonstra a própria Procuradoria Geral do Estado da Bahia (PGE), em parecer, a culpa foi exclusiva da administração. Corte contraria Lei do PCCV específico dos médicos O PCCV específico dos médicos, vigente desde 2013, estabeleceu, através de lei, o enquadramento dos médicos aposentados no subsídio correspondente a classe em que o mesmo se encontrava e ao nível D, independente do valor que percebia na época. Desta forma mesmo que tenha ocorrido o eventual erro administrativo em 2009, este não influenciaria na maioria das situações, quando os médicos foram enquadrados com um subsídio superior a remuneração que vinha recebendo. Este é o caso de um médico que apresentou seus contracheques ao Sindimed. Rápido para cortar, lento para reconhecer direitos O governo estadual tem se notabilizado pela agilidade com que corta direitos dos servidores, como foi com a insalubridade e como tem sido neste episódio, constatou o vice-presidente do Sindimed, Luiz Américo. "Já para reconhecer direitos líquidos e certos, como é o caso de profissionais que atuam em hospitais e não recebem insalubridade, é necessário longos processos administrativos. É uma mistura perversa de incompetência com malvadeza", finalizou o sindicalista.

  • Pagamentos ainda estão pendentes na FJS e INTS

    A Fundação José Silveira (FJS) enviou ofício ao Sindimed garantindo já ter pago  aos médicos do Hospital Geral do Estado, Hospital Geral Roberto Santos, Hospital Menandro de Faria, Evandro Caribé e de Cajazeira VIII. Contudo, permanece em aberto o pagamento de dezembro aos médicos do Hospital Santa Terezinha, no município de Ribeira do Pombal. É bom lembrar que a FJS recebeu da Sesab cerca de R$ 7 milhões em 19 de janeiro mais R$7 milhões em 2 de fevereiro, segundo informações do Portal da Transparência baiano. Já o Instituto Nacional de Amparo à Pesquisa, Tecnologia e Inovação na Gestão Pública (INTS), que intermedia mão de obra no HGE2 e nas maternidades, pagou somente metade do salário, medida sem previsão legal e desrespeitosa. Assembleia no dia 14 discutirá mobilização Dando seguimento as deliberações da última assembleia, em janeiro deste ano, quando se decidiu por paralisação em caso de recorrência do atraso de salários, o Sindimed convoca todos os médicos terceirizados da Sesab para uma nova assembleia no próximo dia 14, terça-feira, para organizar a mobilização. Interior do estado sofre com atrasos Diversas unidades de saúde do interior, sejam elas do estado ou municipais, estão ou estiveram recentemente com os salários atrasados. Alem do Hospital Santa Tereza em Ribeira do Pombal, há também o Hospital Dantas Bião, em Alagoinhas; o Ouro Negro, em Candeias, e o Hospital Regional de Juazeiro. O Sindimed está apoiando, seja com suporte logístico, seja com ações judiciais, as lutas dos médicos pela dignidade no trabalho. Serviço: Assembleia - Médicos terceirizados da Sesab Pauta - Paralisação contra atraso de salários 14 de fevereiro, terça-feira 19h30 No Sindimed

  • Pagamentos ainda estão pendentes na FJS e INTS

    A Fundação José Silveira (FJS) enviou ofício ao Sindimed garantindo já ter pago  aos médicos do Hospital Geral do Estado, Hospital Geral Roberto Santos, Hospital Menandro de Faria, Evandro Caribé e de Cajazeira VIII. Contudo, permanece em aberto o pagamento de dezembro aos médicos do Hospital Santa Terezinha, no município de Ribeira do Pombal. É bom lembrar que a FJS recebeu da Sesab cerca de R$ 7 milhões em 19 de janeiro mais R$7 milhões em 2 de fevereiro, segundo informações do Portal da Transparência baiano. Já o Instituto Nacional de Amparo à Pesquisa, Tecnologia e Inovação na Gestão Pública (INTS), que intermedia mão de obra no HGE2 e nas maternidades, pagou somente metade do salário, medida sem previsão legal e desrespeitosa. Assembleia no dia 14 discutirá mobilização Dando seguimento as deliberações da última assembleia, em janeiro deste ano, quando se decidiu por paralisação em caso de recorrência do atraso de salários, o Sindimed convoca todos os médicos terceirizados da Sesab para uma nova assembleia no próximo dia 14, terça-feira, para organizar a mobilização. Interior do estado sofre com atrasos Diversas unidades de saúde do interior, sejam elas do estado ou municipais, estão ou estiveram recentemente com os salários atrasados. Alem do Hospital Santa Tereza em Ribeira do Pombal, há também o Hospital Dantas Bião, em Alagoinhas; o Ouro Negro, em Candeias, e o Hospital Regional de Juazeiro. O Sindimed está apoiando, seja com suporte logístico, seja com ações judiciais, as lutas dos médicos pela dignidade no trabalho. Serviço: Assembleia - Médicos terceirizados da Sesab Pauta - Paralisação contra atraso de salários 14 de fevereiro, terça-feira 19h30 No Sindimed

  • Sindimed continua luta contra atraso de salários

    Em assembleia realizada no ultimo dia 7, os médicos de hospitais privados discutiram sobre o atraso de salários que vem afetando diversas unidades. É importante ressaltar que os médicos que trabalham em qualquer hospital, e que estejam enfrentando este problema, podem procurar o Sindimed, para que sejam tomadas as medidas judiciais cabíveis e/ou organizar uma mobilização. Estamos a postos para receber as denúncias! O São Rafael é um dos hospitais que vem atrasando os repasses e pagando os mesmos de forma parcelada. Após ser notificada pelo Sindimed, a direção da Monte Tabor, gestora do hospital, abriu um canal de negociação e adiantou o pagamento de uma das parcelas.  Os médicos decidiram manter a negociação ao tempo em que se mantém alerta para retomar a mobilização. Diante das denúncias de não recolhimento do FGTS e atraso de salário dos profissionais com contrato CLT, a  Delegacia Regional do Trabalho (DRT) foi notificada. Outro caso de dívida com os médicos é o da Maternidade de Referência José Maria de Magalhães Neto, no Pau Miúdo, cuja administração era feita pela Santa Casa de Misericórdia, que deixou a gestão, mas ainda não pagou aos médicos com vínculo PJ, e vem efetivando as demissões dos profissionais CLT, sem honrar as parcelas rescisórias. As medidas judiciais cabíveis já estão em andamento. A nova gestora da maternidade, a empresa Hygia, já começou atrasando os salários, tendo sido notificada a regularizar a situação. Na assembleia, os médicos denunciaram ainda que o Hospital Salvador deve três meses de salários. Os dados já foram encaminhados ao jurídico do Sindimed, para proceder a uma cobrança via judicial. Situação semelhante também no Hospital Evangélico, que será notificado pelo sindicato. O Hospital da Cidade e o Jorge Valente também estão com atraso nos pagamentos aos médicos.

  • Lauro de Freitas: MP aciona Justiça visando retorno dos demitidos do SAMU

    Em consequência de uma denúncia do Sindimed contra a demissão de cinco médicos do Samu de Lauro de Freitas, em outubro, a promotora de Justiça Ana Paula Cana Brasil entrou com uma ação civil pública contra o Executivo municipal. Pelo mesmo motivo, a representante do Ministério Público do Estado da Bahia ingressou junto ao juízo eleitoral daquele município com uma representação pela prática de conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais. O Sindimed exige a reintegração dos demitidos em 10 de outubro, inclusive porque o Samu é um serviço essencial e já vem operando com uma série de problemas em sua estrutura, dentre os quais defesagem de pessoal. A demissão arbitrária afetou cinco dos sete médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, todos vinculados à prefeitura por contrato de trabalho por prazo determinado e vencimento previsto para dezembro deste ano. Segundo o sindicato, houve descontinuidade de um serviço essencial ao direito à saúde e à vida. De acordo com o presidente do Sindimed, Francisco Magalhães, a atitude do órgão municipal expõe as pessoas a grave riscos, o que implica desrespeito a direitos assegurados pela Constituição Federal. A atitude foi perpetrada mediante desligamento arbitrário, inclusive em período vedado pela legislação eleitoral e imediatamente após o pleito do último dia 2 de outubro, que culminou com a eleição da adversária política do atual prefeito de Lauro de Freitas, Márcio Araponga Paiva. Conforme o artigo 73 da Lei 9.504/97 (a chamada Lei das Eleições), é proibido aos agentes públicos, dentre outros procedimentos, "nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex officio, remover, transferir ou exonerar servidor público na circunscrição do pleito nos três primeiros meses que o antecedem e até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito".

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